Guia completo de jogos RPG e MMORPG para PC

Última actualización: fevereiro 9, 2026
  • Panorama amplo de RPGs para PC, incluindo clássicos, remasterizações, JRPGs e action RPGs com sistemas de progressão profundos.
  • Destaque para grandes franquias e mundos compartilhados, como Baldur’s Gate, The Elder Scrolls, Mass Effect, Final Fantasy, Dragon Quest e Diablo.
  • Lista abrangente de MMORPGs e RPGs online grátis, além de projetos open source e jogos de navegador acessíveis sem download.
  • Remakes, expansões e híbridos com elementos de RPG mostram como o gênero continua se reinventando em diferentes formatos.

jogos RPG para PC

Se você curte videogame, é bem provável que já tenha se perdido por horas em algum jogo de RPG cheio de história, loot, escolhas e evolução de personagem. Dos clássicos com visão isométrica aos mundos abertos gigantescos e MMORPG cheios de gente, o gênero sempre foi um dos mais amados exatamente porque deixa você viver um papel, criar o seu herói (ou vilão) e tomar decisões que mudam o rumo da aventura.

Neste guia completo em português, reunimos e reorganizamos de forma detalhada os principais jogos RPG e MMORPG para PC citados nas melhores páginas que ranqueiam para “juegos RPG”, misturando clássicos single-player, remasterizações, títulos online gratuitos, roguelikes, JRPG táticos e até projetos open source. A ideia é ter um panorama bem amplo: desde quem quer uma campanha solo cheia de narrativa até quem prefere grindar experiência em masmorras com amigos, sem deixar de lado curiosidades como RPGs de navegador, versões melhoradas e expansões famosas.

RPGs clássicos e modernos indispensáveis no PC

Entre os RPGs tradicionais para PC, há uma seleção de títulos que são praticamente obrigatórios na biblioteca, com mundos vastos, narrativas marcantes e sistemas de combate profundos. Alguns surgiram originalmente nos anos 90, outros em gerações mais recentes, mas todos continuam relevantes graças a remasterizações ou simplesmente por serem obras-primas do gênero.

Um bom exemplo é Divinity: Original Sin 2, desenvolvido pela Larian Studios, sequência financiada via Kickstarter que expandiu tudo o que o primeiro jogo fez bem. Ele apresenta novas raças jogáveis, como mortos-vivos, e especializações como necromantes, além de um sistema tático por turnos muito flexível. O destaque fica para as inúmeras possibilidades de interação com o cenário e para o modo cooperativo para até quatro jogadores, online ou em tela dividida, e ainda a opção de criar campanhas próprias.

Outros RPGs de fantasia mais antigos ganharam versões melhoradas, como Baldur’s Gate: Enhanced Edition, remasterização do clássico da BioWare que marcou época ao adaptar regras de Dungeons & Dragons. Essa edição reúne a campanha original, a expansão Tales of the Sword Coast, novos personagens e conteúdos extras, trazendo de volta uma aventura épica que continua cativando fãs de RPG ocidental de raiz.

No campo dos JRPGs, é impossível ignorar Chrono Trigger, que começou no Super Nintendo e ganhou versão para PC. Com personagens desenhados por Akira Toriyama, viagens no tempo entre várias eras e múltiplos finais, o jogo é referência absoluta de narrativa e design de missões, e sua presença em qualquer lista de melhores RPGs é quase obrigatória.

Se a sua praia é um desafio mais intenso e combates em tempo real, Dark Souls III fecha a trilogia da FromSoftware com lutas difíceis, chefes memoráveis e uma ambientação sombria que praticamente inventou o termo “soulslike” como subgênero. Embora seja um RPG de ação puxado para jogadores habilidosos, seu sistema de progressão, construção de builds e exploração de cenários interconectados o colocam entre os títulos mais impactantes da geração.

Para quem prefere um RPG tático e sombrio, Darkest Dungeon traz exploração de masmorras em turnos, mas com ênfase em estresse e traumas psicológicos. Fome, cansaço, medo e outros fatores mexem com o estado mental dos heróis, afetando diretamente seu desempenho à medida que enfrentam monstros e armadilhas. Com 16 classes de personagens e gerenciamento de recursos limitado, é um jogo perfeito para quem gosta de planejar bem cada incursão.

Os RPGs de ação com foco em loot também ocupam um espaço importante. Diablo II Resurrected, remasterização do cultuado Diablo II, mantém o vício de caçar itens e enfrentar hordas de demônios, atualizando gráficos e som, mas preservando o ritmo frenético e a atmosfera gótica. Mesmo tantos anos depois, continua atraindo jogadores dispostos a limpar os servidores de Diablo e outros Demônios Maiores.

No lado mais narrativo e experimental, Disco Elysium se destaca como um RPG profundamente guiado por diálogo e interpretação. Você controla um detetive numa cidade decadente, com um sistema de habilidades que cobre traços mentais, físicos e sociais, permitindo abordagens completamente diferentes para resolver um mesmo caso. O texto lembra uma mistura de romance policial e ficção política, com espaço para se transformar num herói idealista ou num desastre ambulante.

Grandes sagas de fantasia, ficção científica e mundos abertos

Além dos títulos isolados, várias franquias de RPG construíram universos inteiros ao longo dos anos, com múltiplos jogos, expansões e versões melhoradas. Para quem gosta de se afundar em mundos cheios de lore, essas sagas são apostas seguras.

Em fantasia medieval, Dragon Age: Origins marca o começo de uma das séries mais impressionantes da BioWare. As escolhas do jogador moldam alianças, companheiros e o próprio desfecho da campanha contra o arquidemônio, rendendo dezenas de horas de jogo. Já Dragon’s Dogma: Dark Arisen junta combate de ação com escalada em monstros enormes, sistema de “peões” controlados por IA (que podem ser compartilhados com outros jogadores) e todo o conteúdo extra lançado na época, consolidando a versão definitiva do RPG da Capcom.

Entre os JRPGs grandiosos, Dragon Quest XI é considerado um dos pontos altos recentes do gênero, funcionando como tributo aos 30 anos da franquia. Com visual colorido, história envolvente, mundo amplo e combates por turnos acessíveis tanto para novatos quanto veteranos, é o tipo de jogo que prende por dezenas de horas com aquele clima clássico de aventura.

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No campo pós-apocalíptico, Fallout: New Vegas se sobressai mesmo sendo um spin-off. Com ambientação em uma Nova Vegas devastada, facções em disputa e foco pesado em escolhas de diálogo, o título ficou famoso por permitir abordagens muito diferentes para as missões, consolidando-se como um dos melhores RPGs da série Fallout.

A lendária franquia Final Fantasy aparece com várias entradas citadas como marcantes, incluindo episódios como VI, VII, VIII, IX e Final Fantasy XV, cada um lembrado por motivos distintos: personagens marcantes, tramas emocionantes, sistemas de combate inovadores ou combinações de tudo isso. Além disso, remakes e novas versões continuam aparecendo, como Final Fantasy VII Rebirth, que reimagina o clássico com mundo aberto, sistema de luta moderno e surpresas na história.

No cenário gótico e de fantasia sombria, Gothic é uma série de RPG de ação que acompanha a guerra entre humanos e orcs no reino de Myrtana. Apesar de mais antiga, continua sendo lembrada por seu mundo consistente, liberdade de escolhas e ambientação crua, com vários jogos oferecendo centenas de horas de conteúdo.

Projetos mais recentes como GreedFall também se destacam. Situado em uma ilha fantástica inspirada no século XVII, o jogo combina diplomacia, exploração, escolhas morais e combates com armas de fogo e magia. As decisões influenciam o rumo da história, relações com facções e até as formas de resolver conflitos, reforçando a ideia de que a narrativa reage fortemente ao jogador.

Na linha de RPGs de ação isométricos, Grim Dawn lembra a fórmula de Diablo em um mundo arrasado por forças sobrenaturais. Armas brancas, armas de fogo, magias e um sistema de dual-class se entrelaçam com loot abundante e escolhas que impactam facções e quests, criando um ambiente ideal para quem gosta de farm e construção de builds detalhadas.

Kingdom Come: Deliverance aposta em realismo histórico em vez de fantasia, ambientando sua aventura na Boêmia de 1403. O protagonista busca vingança depois de ver sua aldeia destruída, se envolvendo em conflitos políticos e batalhas de grande escala, com sistema de combate que tenta simular técnicas medievais e foco na evolução gradual das habilidades.

Para os fãs de ficção científica, a trilogia Mass Effect aparece como recomendação unânime. A saga do Comandante Shepard e sua tripulação mistura tiro em terceira pessoa, exploração espacial e um forte componente de escolhas que reverberam de um jogo para outro, tornando a jornada pela galáxia uma das experiências mais memoráveis do RPG moderno.

Clássicos de D&D continuam vivendo graças a versões melhoradas como Neverwinter Nights: Enhanced Edition, que traz gráficos e interface atualizados, compatibilidade com mods e todo o conteúdo da campanha original e expansões. A grande virtude é permitir aventuras cooperativas online e criação de módulos personalizados, praticamente transformando o jogo em uma caixa de ferramentas para mestres e jogadores.

JRPGs, ação estilosa e histórias emocionantes

Os RPGs japoneses trazem uma pegada distinta, com ênfase forte em personagens carismáticos, estética de anime e tramas dramáticas. Em muitos deles o combate é por turnos, mas há também híbridos de ação e sistemas bem peculiares.

Ni no Kuni II: O Renascimento de um Reino é um ótimo exemplo de JRPG que parece filme de animação, com visual belíssimo, trilha marcante e história cativante. Ao contrário do primeiro jogo, o combate aqui é em tempo real, e ainda há gerenciamento de reino e outras camadas de jogabilidade, mantendo a fantasia leve durante dezenas de horas.

Nioh, inspirado em Dark Souls, é um RPG de ação ambientado no Japão feudal, com o samurai William enfrentando demônios e criaturas sobrenaturais em fases cheias de perigo, combinando combate técnico, várias posturas de arma e loot abundante. A versão de PC inclui todas as expansões, aumentando a variedade de missões e chefes.

Entre os títulos mais recentes citados, Baldur’s Gate 3 resgata com força o espírito dos RPGs clássicos baseados em Dungeons & Dragons, mas com um nível de produção moderno. Totalmente apoiado nas regras da quinta edição, traz liberdade absurda de abordagem, interações orgânicas com o ambiente e um elenco de companheiros muito bem escrito, consolidando mais uma vez a Larian Studios como referência em CRPG.

No território dos JRPGs de grande porte ligados à Atlus, Persona 5 Royal aparece repetidamente como uma das experiências mais completas do gênero

Projetos futuros e remasterizações também ganham destaque. Metaphor: ReFantazio, criado por veteranos de Persona, promete um mundo de fantasia medieval com combates que mesclam turnos clássicos com elementos de ação em tempo real. Já coleções como Suikoden I&II HD Remaster Gate Rune and Dunan Unification Wars e pacotes como Dragon Quest 1 & 2 HD-2D Remake trazem de volta clássicos dos anos 80 e 90 com gráficos atualizados, mantendo o charme de JRPG antigo.

Outro ramo importante são os JRPG táticos, como Tactics Ogre: Reborn, nova versão do lendário jogo de 1995, e títulos ligados à série Trails, como Trails in the Sky 1st Chapter em remake 3D, agora com melhorias visuais, sistema de batalha redesenhado e, em algumas versões, textos em espanhol para alcançar mais público. Esses jogos focam em combates em grade, decisões políticas e elencos enormes.

Entre os RPGs 2D modernos inspirados em clássicos, Sea of Stars se destaca como homenagem à era de 16 bits. Ele coloca você na pele de crianças do solstício e trabalha com um sistema de dia e noite que influencia puzzles de ambiente, além de batalhas laterais cheias de timing e estratégia. Outro exemplo de 2D com forte foco narrativo é 13 Sentinels: Aegis Rim, um RPG de ficção científica em duas dimensões da Vanillaware, combinando visual pintado à mão com uma trama complexa envolvendo múltiplos protagonistas e viagens no tempo.

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Action RPGs, roguelikes e experiências diferentes

Nem todo RPG segue a fórmula tradicional de mundo aberto ou turnos. Existem action RPGs e roguelikes que misturam elementos de progressão com repetição de fases e geração procedural, oferecendo experiências rápidas, desafiadoras e extremamente viciantes.

Path of Exile é um action RPG free-to-play, muitas vezes visto como sucessor espiritual de Diablo em termos de profundidade. Ambientado no continente sombrio de Wraeclast, o jogo oferece sete classes básicas e um gigantesco sistema de habilidades passivas, além de pedras que modificam magias e ataques. A grande vantagem é que, apesar de ter microtransações, elas não oferecem vantagens de poder, focando em cosméticos.

Da mesma escola de “farm eterno” vem Diablo 4 e sua expansão Diablo 4: Vessel of Hatred, que retornam à fantasia sombria com múltiplas classes, loot revisado e uma região selvagem adicional chamada Nahantu, com novos inimigos e itens. A proposta é continuar refinando o ciclo de matar, coletar, evoluir e repetir, agora com mundo compartilhado e eventos globais.

No campo dos roguelikes de ação, Hades e sua sequência Hades 2 chamam a atenção

Vampire Survivors é outro fenômeno, com uma mistura de shoot’em up e roguelike em partidas curtas e intensas. Você enfrenta ondas intermináveis de monstros enquanto coleta armas e evoluções automáticas, desbloqueando personagens, artefatos e sinergias absurdas que transformam a tela numa tempestade de efeitos. O jogo apareceu mais de uma vez nas listas, indicando sua popularidade entre jogadores de RPG e ação leve.

Ideias peculiares também surgem em títulos como Mewgenics, um RPG tático com gerenciamento de vida e genética de gatos, usando elementos roguelike e batalhas estratégicas. A proposta mistura criaçãode equipes felinas com combate em grade e evolução por cruzamento, oferecendo profundidade incomum para um projeto indie. Há também experiências como NGU Idle, um RPG ocioso em que você quase não vê o personagem, apenas menus e inventário, mas ainda assim treina atributos, coleta centenas de itens e explora com senso de humor e números crescendo o tempo todo.

Dave the Diver combina exploração subaquática e gerenciamento de restaurante com toques de progressão típicos de RPG

MMORPGs e RPGs online gratuitos para jogar no PC

Se a sua ideia de RPG envolve jogar com outras pessoas, criar clãs, participar de raids e disputar territórios, os MMORPGs e RPGs online gratuitos continuam sendo um dos pilares do gênero. Muitas das melhores opções para PC permitem começar sem gastar nada, usando assinaturas ou microtransações apenas para conteúdo extra.

Entre os veteranos, World of Warcraft ainda é a grande referência. Lançado em 2004, o MMO da Blizzard define o padrão de “mundo persistente” até hoje. Apesar de ser pago, é possível jogar gratuitamente até o nível 20, o que já permite conhecer boa parte das mecânicas básicas, classes e zonas iniciais. A cada expansão, novas áreas, raças, sistemas e campanhas são adicionados, mantendo o universo de Azeroth em constante evolução.

Outro gigante é The Elder Scrolls Online, ambientado mil anos antes dos eventos de Skyrim, permitindo explorar regiões icônicas de Tamriel ao lado de milhões de jogadores. Contando com expansões constantes e variedade de classes, o título mistura elementos de RPG tradicional da série Elder Scrolls com combates mais dinâmicos e um grande foco em história e guildas.

Para quem é fã de Senhor dos Anéis, The Lord of the Rings Online oferece a chance de percorrer a Terra-média, passando pela Comarca, Moria, Lothlórien e outros locais famosos. O modelo free-to-play libera muitos conteúdos iniciais e permite avançar gratuitamente até níveis razoavelmente altos, com várias raças, classes, profissões e sistemas de título e habilidades.

No universo de ficção científica, EVE Online é um MMORPG de naves espaciais em um gigantesco mapa com mais de 7.000 sistemas estelares conectados por portais. Os jogadores pilotam diferentes embarcações, coletam recursos, participam de conflitos de larga escala e se envolvem numa economia praticamente gerida pela própria comunidade, tornando o jogo quase um simulador de política e mercado intergaláctico.

Clássicos de fantasia medieval como EverQuest II também aparecem como opções, com um mundo persistente repleto de história, dezenas de raças e classes, milhares de criaturas diferentes e mais de 8.000 missões, oferecendo modos solo, grupo, raides e PvP. O título adotou modelo gratuito e permite comprar itens como poções, armas e montarias para complementar a experiência.

No campo dos MMORPGs inspirados em Dungeons & Dragons, Dungeons & Dragons Online e Neverwinter se destacam

Outros MMORPGs tradicionais citados incluem Lineage II, que traz um mundo de fantasia com múltiplas raças (Humanos, Elfos, Elfos Negros, Kamael, Anões, Orcs) e a opção de jogar a versão moderna cheia de melhorias ou uma variante “clássica” com o espírito original. Já Runescape permanece firme após mais de uma década, com muitas habilidades para treinar, mais de 200 quests baseadas em história e um cenário de fantasia que continua recebendo conteúdo.

Os universos de franquias famosas também ganharam seus próprios MMOs. Star Trek Online, hoje free-to-play, coloca você no papel de capitão da Frota Estelar ou do Império Klingon, gerenciando tanto combates espaciais quanto missões em solo. Star Wars: The Old Republic faz algo similar no universo da Força, situando sua trama milhares de anos antes de Luke Skywalker e alguns séculos depois dos eventos de Knights of the Republic, com escolhas que empurram seu personagem para o lado sombrio ou para o caminho dos Jedi.

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Entre os MMORPGs mais recentes, vale mencionar Throne and Liberty, um grande projeto de fantasia medieval em que clima e hora do dia influenciam exploração e batalhas. Sem classes rígidas, a progressão é definida principalmente pelas armas usadas, permitindo trocar de estilo de jogo rapidamente. O título também destaca batalhas massivas, cercos e a capacidade de se transformar em diferentes criaturas para se locomover por terra, mar e ar.

Nos híbridos entre MMO e gacha no estilo anime, Genshin Impact e Tower of Fantasy são destaques

RPGs gratuitos de navegador, mobile e open source

Além dos jogos grandes de cliente próprio, existe um ecossistema interessante de RPGs de navegador, mobiles portados para PC e projetos open source que oferecem experiências mais simples, mas cheias de charme e sem necessidade de instalação pesada.

Runescape, citado anteriormente, nasceu justamente como RPG de navegador e se tornou um fenômeno mundial, mostrando que dá para ter progressão profunda e comunidade ativa em um ambiente acessível. No mesmo espírito, há diversos jogos de RPG jogáveis diretamente no browser, sem download, como Runescape foi em suas origens.

Em coleções de RPGs online, surgem títulos como Eliatopia, um RPG ambientado em um mundo de fantasia alienígena; War Lands, um roguelike em estilo ARPG focado em combate e evolução de personagem; e experiências peculiares como Vida de Pato: Battle, que expande o universo da série Duck Life em um cenário mais aberto.

No campo dos idle RPGs de navegador, há jogos como Tailed Demon Slayer, que mistura progressão automática com batalhas contra chefes mortos-vivos, e propostas simples como Bosques de Nevia: Supervivencia en el Bosque, onde você luta com controles acessíveis em um ambiente hostil. Outros títulos como Dynamons World continuam populares, oferecendo batalhas de monstros colecionáveis em formato casual.

Entre os RPGs open source, Flare e Valyria Tear chamam atenção por serem gratuitos, modificáveis e bem próximos dos clássicos

Outra menção curiosa é Erebus, um RPG focado em explorar masmorras geradas aleatoriamente, com múltiplas missões e personagens selecionáveis, pulando tutoriais longos e jogando o jogador direto na ação. Já jogos como Bit Heroes prestam homenagem aos RPGs de 8 e 16 bits, com dungeons, combates por turno, design pixelado, dezenas de criaturas capturáveis, crafting de equipamentos e modos cooperativos e PvP.

Há ainda listas dedicadas a RPGs grátis e MMORPGs para PC que funcionam em modelo free-to-play, incluindo Albion Online, Dauntless, EverQuest II, Path of Exile, Guild Wars 2, Lineage II, Neverwinter, Runescape, Star Trek Online, Star Wars: The Old Republic, World of Warcraft com limite de nível, e muitos outros. Alguns ainda misturam códigos abertos com RPGs clássicos de um só jogador, aproximando-se das experiências dos velhos tempos, mas com a vantagem do acesso gratuito.

Outros destaques, remasterizações e jogos híbridos com elementos de RPG

Além dos grandes nomes, o conteúdo analisado cita uma série de remakes, remasterizações e jogos híbridos que, embora não sejam RPGs puros, trazem progressão de personagem, loot ou narrativa digna do gênero.

Entre os remakes e coleções, vale lembrar de projetos como Bravely Default: Flying Fairy HD Remaster para plataformas modernas, com gráficos atualizados e melhorias de qualidade de vida, ou conjuntos como Castlevania Dominus Collection, que reúne três Castlevanias originalmente de Nintendo DS com ajustes e títulos extras, misturando ação e plataformas mas mantendo sistemas de evolução e equipamentos típicos de RPG.

Também há experiências táticas e de simulação, como Armored Core 6: Fires of Rubicon, que embora não seja um RPG tradicional, oferece personalização profunda de mechas e progressão robusta, e Like a Dragon: Ishin!, que reinterpreta um jogo da série Yakuza em contexto histórico, incorporando elementos de ação e progressão de habilidades. Jogos como Dragon’s Dogma 2 continuam a fórmula de mundo aberto de ação, com foco em monstros gigantes, uso do motor RE Engine e a permanência do sistema de “peões” que ajudam em combate.

Dentro do universo de Final Fantasy XIV, a expansão Endwalker aparece como um fechamento épico para a história de Hydaelyn e Zodiark, adicionando novas áreas, profissões e sistemas, consolidando o MMO como um dos maiores RPGs online da atualidade. Outros exemplos incluem remasterizações de Persona de gerações anteriores, versões definitivas de grandes RPGs de PlayStation 2 que misturam dungeon crawling, simulação social e desenvolvimento de personagens muito bem escritos.

Por fim, títulos como Sea of Stars, 13 Sentinels: Aegis Rim, Trails in the Sky em suas versões refeitas e o próprio Dragon Quest 1 & 2 HD-2D Remake mostram como o mercado continua revisitando o passado com tecnologias atuais, sem abandonar a essência de progressão, builds e histórias elaboradas que definem o que é um bom RPG.

Com tantos estilos, épocas e formatos diferentes — de grandes mundos abertos a experiências de navegador, de MMORPGs gigantescos a RPGs de um único jogador feitos por fãs — fica claro que o gênero RPG segue sendo um dos mais ricos e variados dos videogames, oferecendo sempre algum universo pronto para ser explorado da forma que você mais gosta: sozinho, em grupo, em turnos, em ação frenética ou até em jogos aparentemente simples, mas cheios de profundidade por trás de números e escolhas.

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